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cansada...
Muito cansada.
Escrito por Lica Moura às 20h40
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TER UM SÃO BERNARDO É TUDO DE BOM
Escrito por Lica Moura às 19h39
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Para vocês.
Escrito por Lica Moura às 19h24
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pra Drica...
Quem disse que eu sei colocar frases no rodapé? Sou uma ignorante na arte de mexer em templates. Beijos.
Escrito por Lica Moura às 16h22
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¿ E QUEM É NORMAL?
Chuva lá fora. Tempestades na alma. Roupa na máquina para ser pendurada. Sentimentos prontos para serem expostos. Um abraço a tanto tempo ansiado, que só veio na hora do choro. Palavras soltas. Coração aberto. Cachorro molhado, precisando de banho. Pessoa apressada, precisando de faxineira (urgente). Dia de caos. Dia de glória. Cabeça que não pára. Olhos que não se cansam. Um bordado me espera. Um amigo me espera. Uma vida inteira me espera. Preciso de carinho. Preciso dar carinho. Preciso aprender a acariciar. Um banho lava até a alma. As lágrimas também, e destravam a garganta. Um sonho realizado. Um pesadelo que se passa. Antagonismo puro. Eu quero ler Fernando Pessoa. Quero comer algo que nunca comi, e sem nojo. Quero fazer algo que nunca fiz. Saltar de paraquedas. Saltar na vida. Liberar o mosh. Quero não complicar. Quero me organizar. Um copo de cerveja, não, dois. Um cigarro. Calma, muita calma. Eu gosto de calma e sossego. Eu gosto de estar só. De estar, nunca de ser. Eu gosto de estar acompanhada. Eu tenho vontades malucas. Vontade de andar até o fim do mundo. Vontade de conhecer países estranhos. Vontade de andar de bicicleta da Patagônia ao Atacama, embora o Chile não seja estranho. Vontade de não me apegar a nada. Eu gosto de coca cola, muito mais do que deveria. Eu tenho mal humor. Eu tenho TPM. Eu sou assim mesmo. Gostem ou não. Eu não sei cozinhar, não sei arrumar, mas posso te divertir muito. Eu adoro gargalhar. E alto. Eu gosto da Fernanda Young. Eu amo a Ana Carolina. Eu amo a vida. Eu queria que todos tivessem ótimas condições. Queria que o mundo fosse bem simples. ¿Quem sabe se eu me tornar uma pessoa simples, o mundo não acompanha? Eu vou facilitar as coisas. Para mim e pra você.
Um beijo. E não é pra entender nada mesmo.
Escrito por Lica Moura às 16h21
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ACHEI...
Achei a frase do meu blog:
"A vida é uma comédia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem."
Horace Walpole
Estou lendo Inteligência Emocional. Quem sabe agora eu não aprendo a ser um pouquinho mais sociável? Só mais um pouquinho.
Beijos
Escrito por Lica Moura às 17h28
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Entrou o período. Eu, cantando alegre e saltitante a chegada do verão, tinha esquecido que esta é a estação do condenamento. Estou condenada a andar olhando pro chão. Sim, é verdade. Nada mais de olhar os carros que passam, de olhar o quintal das pessoas pra ver se cultivam ou não plantas e quais, nada mais de reparar nas pessoas, de distribuir bons dias (ando falando com desconhecidos), nada mais. Agora é olhar pro chão e torcer pra não ser atacada.
Explico. No verão, as baratas entram em ebulição, fazem verdadeiras confrarias nas bocas dos bueiros, aliás, em qualquer lugar, e eu tenho PA-VOR de baratas. Agora mesmo quando estava chegando em casa, passei por uma reuniãozinha delas, que saíram alvoriçadas, e eu correndo e gritando. Que vergonha. Estou me coçando até agora. E aqui em casa é proíbido inseticida potente, daqueles bem fortões, sabem? Pode fazer mau pro Pangus. Preciso incluir nas minhas orações: "Deus, livrai-me das baratas", e explicar a ele que barata não é nenhuma pessoa de quem não gosto, afinal eu posso até não me entender com alguns indivíduos, mas chamar de barata não. Ah, isso não, coitados.
Deixando meu calvário de lado, deixa eu contar: contas devidamente organizadas por data na pasta (descobri que não arrumava isto desde o final do ano, quando tirei as contas antigas), estande da direita devidamente organizada, estante do meio devidamente organizada, estante da esquerda um pandemônio (mas hoje, comprei outra pasta linda pro Tó arrumar os documentos dele, afinal, como é ele que precisa destes papéis, tem que ser numa ordem dada pelo próprio), escrivaninha outro pandemônio, mas em vias de ganhar uma ordenzinha. Vou tomar banho e imitir na posse do meu postinho de Dita arrumadeira. Eh lá iá! Um dia ainda consigo adentrar o misterioso mundo das prendas domésticas.
Tem um sapão pendurado nas minhas amígdalas. Estou muito chateada com algumas coisitchas, algumas "falaçãozites", alguns desentendidos, alguns disque-disque-disque-disque envolvendo meu nomezinho. Mas isso é pra outro post, histórias compridas merecem desabafos à parte.
Beijos pe-pe-pe-pe-pessoal.
Escrito por Lica Moura às 20h17
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Como faz muito tempo que não posto nada, e hoje não estou com vontade de escrever, copiei/colei a crônica da Stella Florence. Eu não concordo em tudo com ela, acredito que muitas coisas passam. Mas o que eu sinto quando leio este texto, é que devemos tomar cuidado para não magoar. Claro que muitas vezes é difícil, quando não impossível. Não temos uma bola de cristal ou um aparelho para medir a sensibilidade das pessoas. Às vezes falamos algo inofencivo e é mal interpretado. Cada um faz a leitura da vida que bem entende. Eu mesma sou mestre nisso. Falo coisas que magoam, sem intenção, me magoo com leituras erradas. Mas é assim, cada um é um e estou exercitando minha tolerância. Bem, mas voltando ao cerne da questão: apesar de sentir que algumas coisas passam, outras ficam tão incrustradas, que não saem nem com reza brava. E eu, que queria andar leve, que queria saltitar, me obrigo a carregar este saco inútil de mágoas. Essas bugigangas inúteis e fedorentas. Tomara que eu aprenda o antagonismo que o budismo ensina, que na vida nada é imutável, tudo passa, que só temos certeza da impermanência.
Beijos e até mais.
Ah! E hoje é segunda feira, e eu não estou trabalhando, então, a meta do dia é arrumar aqueles papéis que ficam empilhados, contas pagas e a pagar, documentos, cartões de aniversário, extratos bancários, panfletos da pizzaria e do condomínio da esquina. Se der tempo, de quebra, começarei a arrumar a estante dos livros. Começarei pela estante da direita, que ali só tem coisas minhas, então é mais fácil. Enquanto isso a máquina de lavar roupas trabalha a todo vapor.
Outro beijo.
Escrito por Lica Moura às 10h27
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NADA PASSA - STELLA FLORENCE
"Onze da noite. Toca o telefone. É uma amiga, arrasada depois de um encontro que deveria ter sido bom.
- O que aconteceu?
- Ele parecia uma pedra de gelo, Stella. E ainda me disse: 'Você ficaria bonita mais magra'. Está doendo tanto...
- Ah, querida, não fica assim: você é linda! E vai superar esse babaca, você sabe que vai passar. Depois de uma hora desligamos. Vesti meias de lã. Tomei um copo de chá. Devolvi os livros para a estante. Guardei a roupa passada. Fiquei assim, indo de um canto para outro sem saber exatamente o que me atormentava. Então, a ficha caiu. É mentira. A maior mentira que nos contaram - e que nós, piamente, acreditamos - é essa, a de que tudo passa. Nada passa. Passa coisa nenhuma.
A gente aprende a viver com as escaras, aprende a colocar ungüentos nos talhos fundos, conhece outras pessoas que são como bálsamos sobre as nossas feridas, mas elas, as sanguinolentas, as danadas, as malsãs, elas não passam. Uma mulher é uma chaga sempre aberta. Um homem é uma ferida sempre exposta. Nada passa.
Sentimentos? Eles se transformam em outros sentimentos, mas não passam. As pessoas que você amou, nunca te causarão indiferença (indiferença, o oposto do amor), sua única certeza é que você sempre vai sentir algo quando as encontrar - algo bom ou ruim, muito bom ou muito ruim. As pessoas que te menosprezaram, te usaram ou simplesmente te rejeitaram, continuam, cada qual com sua adaga, perfurando seu amor-próprio, dia após dia, umas mais, outras menos.
Somos todos, homens e mulheres, mestres no fingimento, na dissimulação, no recalque, mas a verdade, meus caros e minhas caras, a verdade é que nada passa. Por isso você vê uma mulher histérica ao pegar uma cebola podre no supermercado, por isso você vê o homem agindo como um primata no trânsito, por isso seu chefe estoura sem razão, por isso você teve uma crise de choro durante aquele filme, por isso as pessoas têm chiliques inexplicáveis: porque nada passa e nós precisamos de válvulas de escape.
Um colega da oitava série, chamado Fernando, olhou para mim em novembro de 82, e disse: 'Nossa, como você é gorda'. A ferida continua aberta.
Peguei um namorado transando com outra na área de serviço. Eu não disse nada, apenas dei marcha ré ouvindo o eco dos seus beijos pelos azulejos sem cor. A ferida continua aberta.
Dias atrás - exatamente dezessete de setembro -, eu, pela primeira vez em trinta e oito anos de vida, consegui gozar transando com um homem. Fiquei radiante: eu nunca havia alcançado o orgasmo durante a penetração, nem sabia o que era isso! Além do mais, ele me pareceu uma pessoa absolutamente adorável, do tipo que eu gostaria de encontrar muitas outras vezes. Mas ele não me procurou - ou escreveu - nem mesmo para dizer 'não'. Não é uma palavra bonita, mais bonita do que silêncio. A ferida continua aberta.
Fica sempre um pouco de tudo, escreveu Drummond, às vezes um botão, às vezes um rato. Se você me vir tendo um chilique ao pegar uma cebola podre no supermercado, já sabe o que é: são as cócegas malditas dos meus malditos ratos. Porque nada, nada passa."
Escrito por Lica Moura às 09h36
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Nossa gentem, estou trabalhando tanto que não tenho tempo de fazer mais nada. Minha malinha da ACM está só passeando, vai e volta, vai e volta, exercícios que é bom, necas. Ainda bem que também não tenho tempo de ficar comendo, pois aí a coisa ia ficar feia, ou melhor redonda. Ganhar dinheiro é tão bom, mas é tããããão difícil. Bem, bem, bem, a seção reclamações acabou, então deixa eu contar.
Estou muito feliz (apesar de trabalhar muuuuuuito). O setor que eu estou liderando estava um pandemônio, para dizer o mínimo. É muito serviço, e os funcionários estavam completamente desestimulados. Ninguém mais tinha tesão em fazer nada, um caos. Estou fazendo umas mudanças, bem aos pouquinhos, bem sutis (pque funcionários públicos são avessos às mudanças), e percebi que eles estão completamente envolvidos, ajudando, querendo mudar, muito legal. O simples fato de vc mostrar que eles são importantérrimos para vc, de escutar todas as queixas com real interesse em resolver (isso com a ajuda deles, claro), de envolvê-los e mostrar que eles também serão os responsáveis pelo sucesso e melhorias, já provoca uma mudança e tanto.
É! Pra vc que está em uma empresa privada, parece jurássico eu falar isso, mas no setor público, o mais normal são pessoas despreparadas para liderar, aliás, é isso mesmo, só existem chefes, não líderes. Sei que é difícil estimular funcionário público, afinal, as burocracias que tanto atrapalham vocês, atrapalham muito mais a nós próprios. Não existe uma reposição salarial digna (não estou falando em aumento, é reposição de inflação mesmo), não temos ambiente de trabalho adequado, isso significa basicamente que somos obrigados a revezar o uso do computador, que é instalado sobre uma mesa de escritório sem a menor ergonometria, as salas são muito quentes, muito quentes mesmo, dividimos o ambiente com baratas, isso mesmo, onde tem muitos papéis, tem baratas, você abre o processo e está lá, uma baratinha te olhando. Um nojo. Não temos ferramentas básicas, faltam canetas, lápis, disquetes, tinta de impressora, tudo. E pra fechar com chave de ouro, tcharam, o Tribunal só passou a fornecer água há pouquíssimos meses, e se vc for ao banheiro após as 17:00hs, corre o risco de não ter papel higiênico. (nossa, eu ia parar de reclamar!). Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, é possível criar um ótimo clima de coleguismo. E eu estou feliz pois estou conseguindo.
Mudando de pato pra ganso, descobri umas lojinhas novas na Liberdade MA-RA-VI-LHO-SAS. Cada coisa legal pra casa que estou babando. Não vejo a hora de reformar o que precisa e trocar algumas cores, pra poder comprar umas coisitchas. Vi uns futtons (é assim que escreve?) que vão ficar o máxima aqui em casa, quando vier muita gente, é só espalhar pela sala. Coloridérrimos. Lindos. Vi umas luminárias e uns utensílios de cozinha que não saem da minha cabeça. Preciso economizar bastante pra deixar minha casinha bem gostosinha.
Este final de semana eu ressuscitei meu bordado ponto cruz. Minha toalha está ficando linda, linda, linda. Quando terminar, eu fotografo pra vcs verem. Comprei duas revistas de decoração de vasos, afinal, se vou reformar meu quintal, minhas orquídeas merecem vasos novos lindos, que custam muito caro (se fossem poucas, tudo bem, mas tenho quase 50 espécies), então eu vou fazê-los. Estou anciosa, pois vem pelo correio. Trabalhos manuais realmente são uma terapia.
E Deus está sendo maravilhoso comigo (como sempre). Estou numa ótima fase da minha vida. E desejo a vocês muitas bençãos (nossa, que plural mais esquisito). Beijos.
Escrito por Lica Moura às 21h05
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Gentem, gentem, gentem! Desafio profissional é uma delícia, né? Então... eu fui desafiada. Delícia total, sangue novo nas veias, adrenalina a mil. Aprendendo tudo na raça, e me dando muito bem. Estou feliz, e exercitando minha (do médico) frase: "Eu tenho tranquilidade para enfrentar grandes desafios", afinal, eu sou uma pilha. Só mesmo controlando os nervos, porque quando vejo que o volume de trabalho aumenta e a encomenda que fiz de braços sobressalentes (mesmo que não meus) não chega nunca, tenho vontade de arrancar minhas madeixas. Mas estou curtindo muito.
Sem tempo pra nada.
E hoje é sexta feira, e apesar de ter trazido serviço pra casa, agora não é hora pra isso, então vou tomar um belo banho, colocar uma roupa beeeeeeem confortável, e ir pro lugar que é o melhor do mundo, como disse no post anterior, deitadinha juntinho do Tó.
Ah! Só pra falar, essa semana consegui cumprir a meta da segunda feira, que era arrumar o closet por dentro. Separei tudo que não uso mais para dar (o armário do Tó terá que esperar a vistoria dele, no que eu separo). Por fora já está tudo bagunçado de novo, acho que nunca vou conseguir me organizar em casa. Mas estou feliz, se eu conseguir cumprir a meta da segunda em uma semana, terei feito no mês quatro coisas que estão sendo postergadas há muito tempo, né?
E "Hoje é Dia de Maria" é a coisa que mais me emociona no canal aberto. Lindo, poético, emocionante, induz à fantasia e o sonho. E o mundo é bem melhor do que se mostra. Ainda bem.
Beijos mil a todos, amanhã é dia de visita (na "casa" de vocês). Me esperem com bolinhos de sol. A Elza, pra ficar mais confortável, pode me esperar com bolinhos de chuva e friozinho. Até.
Escrito por Lica Moura às 19h35
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Sabe quando vc lê um troço, que se identifica tanto, que acredita que cada palavra poderia ter sido escrita por vc? Então, aconteceu isso agora com um post que li. Se o Tó entrar aqui (nem sei se ele entra), vai saber exatamente o que eu tô falando. Aqui vai:
"luz apagada, filho dormindo com os anjos, televisão num programa qualquer. já passava da meia noite e eu estava no melhor lugar do mundo: deitada no peito do marido, com a perna passada sobre as pernas dele. há algum tempo atrás brincávamos de que ali era a "minha casinha", o meu lugar. e é mesmo, nasci para estar ali.
ontem, enquanto estava ali, me pareceu que nunca tivemos nenhum tipo de problema. senti-me como uma mocinha de qualquer conto de fadas que é "feliz para sempre".
impressionante como o ser humano complica as coisas, não é? pensei em como seria bom se conseguíssemos lidar com tudo com simplicidade, se conseguíssemos sempre relevar pequenas falhas, ignorar pequenos erros, superar pequenas frustrações. mas EU não consigo. não sou a única no mundo a cometer este erro, nem tampouco faço porque quero, mas faço.
levantei hoje querendo não dar mais bola para as pequenas chaturas da vida. não quero mais preocupações, não quero mais ciúmes, não quero mais raivas, não quero mais despeito. quero amor, quero tesão, quero tolerância, quero compreensão, quero compaixão.
quero deitar no meu lugar e ter a certeza de que estou no lugar certo. quero meu conto de fadas particular de volta. afinal eu também tenho direito ao meu “e foram felizes para sempre”...
ou não?"
Tirado do blog da menina.
Beijos
Escrito por Lica Moura às 13h23
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COISAS DA DITA...
Sabem o que a boba aqui fez? Quando estava preparadérrima pra começar a passar roupa, resolvi colocar um DVD (que ainda não tinha assistido), pra rolar. Um DVD do Show "O Grande Encontro". E quem disse que consegui voltar a meus afazeres? Fui abduzida completamente. Não fiz nada. Agora, o show acabou, mas ainda tenho um monte de roupas pra passar, e não conseguirei cumprir minha meta diária. Bem, mas um show com Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Elba Ramalho, nunca é tempo perdido.
Então, aproveitei pra pegar um CD do Geraldo Azevedo e Xangai, que ganhei do meu querido amigo Edu, e que foi trilha sonora na Chapada Diamantina, para continuar com os afazeres de uma forma bem prazerosa. Lembrando de coisas lindas e gostosas. Lembrando que a vida é única, e que cada momentinho é muito especial. Sim, eu mereço cada coisa boa que me acontece, cada pessoa maravilhosa que passa ou fica na minha vida, cada carinho, cada risada ou gargalhada, cada dia de sol ou chuva, cada momento de solidão e silêncio escolhidos.
Eu merecia até ganhar na mega sena, mas tudo bem, só de contratar uma Dita particular já ficarei muito feliz. Ah! E começamos a olhar as coisas pra reformar nossa casinha linda e gostosinha. Vocês vão ficar de saco cheio de mim, vão sim, porque até eu vou. Boa coisas pra pensar enquanto vou passar minha roupinha, reformar a casa pra receber os amigos e beber uma cerveja. Adoro a casa cheia de gente. Mudando de assunto, mas voltando ao mesmo, minha situação podia ser bem pior, o Toninho podia ter que usar camisa pra trabalhar, mas não precisa, então estou isenta de colarinhos, hehehe.
Bye, que o ferro tá me chamando, e o Geraldo Azevedo também.
Escrito por Lica Moura às 21h22
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Algum dia escrevo dos meus bichos. Que não são poucos nem tão pouco bonitos. Algum dia coloco o dedão na ferida. Porque como já disse nem sei quando, para se curar uma infecção, às vezes é necessário reabrir a ferida.
Escrito por Lica Moura às 21h38
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BICHO DE 7 CABEÇAS - ZECA BALEIRO
Não dá pé não tem pé nem cabeça não tem ninguém que mereça não tem coração que esqueça não tem jeito mesmo não tem dó no peito não tem nem talvez defeito que você me fez desapareça cresça e desapareça
Não tem dó no peito não tem jeito não tem ninguém que mereça não tem coração que esqueça não tem pé não tem cabeça não dá pé não é direito não foi nada, eu não fiz nada disso e você fez um bicho de sete cabeças
Escrito por Lica Moura às 21h35
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EU QUERIA...
Dia inteiro sem internet. Problema da banda larga aqui, que é da Net mesmo. Queria escrever do show que assisti na sexta: Fágner e Zeca Baleiro", que me proporcionou um orgasmo auditivo. Martelo, bigorna e tímpanos em êxtase total. Queria escrever do documentário que assisti "Promessas de um mundo melhor", sobre crianças judias e palestinas. Maravilhoso, me emocionou até o último fio de cabelo, chorei, mas isso não é novidade. Eu choro com documentários do NE, com documentários de bichos sendo maltratados, com crianças querendo mudar o futuro, mas sem oportunidades, com adultos sem esperanças e sem sonhos. Também choro de felicidade.
Queria escrever que uma orquídea nova floriu pela primeira vez. Eu a comprei logo que me casei (se não me engano, na primeira semana), e ela está me presenteando com uma flor quando falta 01 mês para fazer aniversário de casamento. Sinal de lindas primaveras?
Queria escrever que o dia hoje estava lindo, mas eu não aproveitei de forma devida. Acordei tarde e não tive nenhum contato com a natureza, ansiado a tanto tempo. Estou precisando realmente de meio ambiente.
Queria escrever que arrumei meu closet por fora, e arrumei metade por dentro. Explico: arrumei toda a bagunça, separei sapatos pro sapateiro, e separei roupas pra doar de uma das partes. Tudo bem, ainda faltam várias prateleiras e o armário do Tó inteiro, mas...devagar e sempre. Vou estabelecer metas diárias de arrumação, e cumprí-las. Amanhã é dia de lavar e passar roupas (sim, eu, apesar de não ser nada prendada, sou uma Dita), arrumar nos armários, terminando de separar as roupas que não uso mais. Como já tenho outras obrigações, como trabalhar, ir à academia, essa será a única meta de amanhã (lavar e passar é trivial, a meta é separar o que não uso mais).
Queria falar dos Cds que gravei, e das músicas que me embalam. Queria falar das minhas unhas vermelhas, das mãos e dos pés. Queria falar da festa que vou na terça. Queria falar das coisas que estão me incomodando, porque quando eu dvido aqui, fica tão mais leve. Queria falar...
Queria responder os coments e visitar todos blogs amigos, mas não tenho mais tempo. Preciso tomar banho, deixar coisas prontas pra amanhã, comer e descansar, pois apesar de não ter feito quase nada, estou cansada. Então, vou ficar querendo. E amanhã, tomara que eu queira falar apenas de coisas boas e metas cumpridas, pois depois de amanhã tem mais.
Bjs, e obrigada.
Escrito por Lica Moura às 21h08
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Gentem, gentem, gentem... eu detesto blog que demora 2 anos pra abrir. Será culpa de meu imediatismo ariano??? Eu queria até colocar umas frescuraiadas aqui, mas tenho até medo de ele ficar ensebando pra abrir tudo, e meus amiguinhos desistirem da visitinha. Fica assim: lisinho, vermelhinho (ariano, claro!), sem coisinhas, mas bem rapidinho.
E fui, pque hoje é sexta feira, e eu vou fazer um monte de nada com o Tó.
Escrito por Lica Moura às 19h27
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Acabei de assistir um documentário no GNT chamado "A Mente Humana". Eles (os pesquisadores), conseguiram alterar o humor de duas pessoas muito parecidas no período de um dia. Elas foram estimuladas de maneiras distintas para que uma ficasse muito bem e feliz e a outra muito triste. Na que ficou feliz, a serotonina (elemento químico do cérebro que causa sensação de bem estar), aumentou muito após ela "estudar" algumas frases de efeito, positivas. Eu sei que isso funciona, falo com conhecimento de causa pois já melhorei muito minhas atitudes usando frases.
Como eu quero aumentar a serotonina de todo mundo que passar por aqui, fui vasculhar minhas coisas até encontrar minhas frases, que quero dividir com vocês e dessa forma acabar multiplicando a sensação de bem estar com todos. Algumas foram "receitadas" por uma terapeuta floral e outras por um neurologista MA-RA-VI-LHO-SO, que eu chamo de mediquinho. Aqui vão:
- Eu tenho fé e segurança para enfrentar o desconhecido.
- Eu colho forças do meu interior e me fortaleço.
- Eu sinto equanimidade emocional.
- Eu encontro alegria em minha vida.
- Eu tenho auto-aceitação.
- Eu perdôo a mim mesma.
- Eu me liberto da culpa e censura indevidas.
- Eu tenho coragem auto-transcendente.
- Eu sinto paz interior.
- Eu tenho tranquilidade para enfrentar grandes desafios.
- Eu sinto vontade de viver.
- Eu tenho alegria na vida.
- Eu sou eu.
- Eu me sinto segura.
- Eu me amo.
- Eu sou uma pessoa linda, feliz, e merecedora de coisas maravilhosas.
Não, não são falácias. Meu mediquinho é um neuro-cirurgião conceituadíssimo, que usa além dos convencionais, métodos da terapia chinesa. Ele me tratou muito tempo da fibromialgia, aplica acupuntura como ninguém, e tem um abraço grande, que chega lá na alma.
Mil beijos pra vocês, e fiquem ótimos.
Escrito por Lica Moura às 22h37
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E depois de 10 anos de namoro e quatro de casamento, ela se pega pensando. Sabe o que descobre? Que ainda é completamente louca por ele.
Escrito por Lica Moura às 19h21
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Preciso me organizar. Preciso colocar as coisas em seus devidos lugares e depois conseguir administrar isso. Preciso terminar milhares de coisas que comecei e deixei pela metade. Preciso arrumar meus documentos, e contas, e papéis importantes e panfletos de pizzarias, que estão todos miraculosamente, convivendo no mesmo espaço desde o começo do ano (pasmem!). Preciso levar meu ânimo, devagarzinho, pra todos âmbitos de minha vida. Preciso escutar uma boa música, tomar um delicioso banho, e arrumar a cozinha, que está bagunçada depois que o Tó fez comidinha pra mim (que amor!).
É! É chegado o fim do ano e a ânsia dos precisos vão aflorando na alma de todos. Todo mundo querendo mudanças, querendo arrumar tudo. Ninguém quer começar outro ano carregando os defeitos ou displicências do passado. Ninguém quer os mesmos incômodos.
É! Eu preciso dedicar-me mais ao meu entorno. Beijos.
Escrito por Lica Moura às 18h27
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E alguém tinha dúvidas que ia fazer esse P. Sol bem no dia que eu volto das férias? Eu não tinha. Mas vcs acham que eu vou reclamar? Eu estou é feliz da vida, porque pior do que voltar de férias com sol, é voltar de férias com chuva. E eu já estava ficando malhadinha de bolor, tanto que chove.
E adivinhem o que eu fiz no Centrão??? Um Sebo no almoço, claro! Pque eu também estou empacada em um Saramago: "Levantado do Chão". Ele não está rendendo. Mas como eu não sou a Bárbara, não vou ficar me obrigando a ler um livro que não desce, até porque depois eu pego birra e aí coitado, nunca mais terá chances de ser lido. Então eu deixo lá pra hora certa. E comprei 2 do Machado: Helena e Quincas Borba. Imaginem que um dos meus livros prediletos é Memória Póstuma de Brás Cubas e eu não li Quincas Borba! Vou curar isso agora.
E eu estou orgulhosa de mim. Acordei às 6:30, mesmo tendo ido dormir às 4:00 (eu inverti meu relógio biológico), fui trabalhar rastejando. Depois entrei num pique total. Fui pra ACM e fiz ginástica das 18:00hs às 20:00hs. Ó só! Ah! Isso pque eu fui andando da Liberdade até a Nestor Pestana, e não é tão pertinho assim. E ainda não estou desmaiando. Bem, mas pra quem tomou o tanto de coca que eu tomei ontem, ainda estou devendo umas 10 horas de malhação intensa pra recuperar.
Um beijo pessoal. Hoje sem condições de fazer visitas, porque a Dita aqui ainda tem mil coisas esperando. Estou tão no pique que acho que vou até ressuscitar meus bordados ponto cruz pra dar uma acalmada na mente.
Escrito por Lica Moura às 19h57
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Quem? Quem? Quem teve a maldita idéia de abrir aquela garrafa de vinho? Quem foi que me ofereceu aquilo depois que eu já estava com a cabeça cheia de smirnoff ice e a bexiga cheia de cerveja?
E um domingo inteiro de ressaca, ninguém merece! Ah! Eu fiz por merecer, droga. E ontem eu tomei o gole crucial. Sabe aquele fatídico gole que separa o riso das lágrimas? Então, eu o ingeri. E chorei no sofá, com o Seph fazendo cafuné, e depois em casa, com o Tó fazendo cafuné.
E pra você que chama seus amigos manguacentos pra sua casa, e sabe que bebedeira dá vontade de comer doces, por favor, tenha na sua geladeira um doce decente, porque eu afirmo com certeza, danoninho faz mal, muito, muito, muito mal. Danoninho causa ânsia de vômito, enjôos e dor de cabeça no dia seguinte. Não sei como os pais dão um troço desses pra criancinhas, pobrezinhas.
Mas quem foi mesmo que abriu aquela garrafa de vinho?
Escrito por Lica Moura às 22h50
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